Resenha do Livro – Os Mistério de Sir Richard – Quarteto Smythe-Smith – 4 de Julia Quinn

Resenha Descritiva

Os Mistérios de Sir Richard

Quarteto Smythe-Smith – 4

Sir Richard Kenworthy não tinha uma grande fortuna, mas era solteiro. Nunca ficara apaixonado e nem pretendia ficar em nenhum momento próximo. Apenas não tinha tempo para isso. Mas algo acontece e tudo isso muda.

Richard foi convidado para o Recital Anual das Smythe-Smiths. Ele nunca havia ido ao recital então mal sabia o que o esperava.

Já era o terceiro concerto que Iris Smythe-Smith, a garota pálida e de cabelos louro-avermelhados, participava. Richard ficou fascinado por Iris, a moça que tentava se esconder atrás de um grande violoncelo. Ela era o tipo de garota que não chamava atenção, mas ele não conseguiu tirar os olhos dela. Iris estava acostumada a ser invisível e até gostava disso, preferia observar as pessoas do que ser o centro das atenções.

Acontece que Richard precisa se casar o mais rápido possível, este é um dos mistérios que Sir Richard possui e que só vamos descobrir mais ao final do livro quando ele já está casado há algum tempo com Iris depois de comprometê-la com um beijo. Iris foi sua escolha e tudo foi armado por ele.

Obrigada a casar as pressas com Richard, Iris estranha o fato do marido não consumar o casamento. Richard tinha que controlar o seu desejo pela esposa, pois isso fazia parte do seu plano que sabia que quando fosse revelado para Iris, ela nunca o perdoaria.

Quando o mistério é revelado Iris fica furiosa e com toda razão. Enquanto eu lia o livro eu me perguntava: é sério que ela vai ter que fazer isso? Não pode ser! Como é que vão resolver este problema sem ela ter que abdicar a sua felicidade? Isso tem que ter outra solução. Só que mais segredos foram descobertos. Segredos que até o próprio Richard não sabia e a história toma outro rumo com a ajuda de Iris, e isso só mostra que ela foi a escolha perfeita de Richard.

Confesso que o começo deste livro não me prendeu tanta a atenção como os outros, mas deve ser porque o começo deste livro foi diferente, primeiro se casaram e depois se apaixonaram num processo um pouco mais lento do que os outros livros. Primeiramente, os personagens tiveram que se casar sem ao menos se conhecerem direito, nem mesmo dado tempo de se apaixonarem de verdade, mas tudo isso faz parte do contexto. Mas Julia Quinn sempre surpreende e a história de Richard e Iris fica cada vez melhor ao desenrolar do casamento entre os dois, e prende a atenção ao fazer o leitor querer descobrir qual o mistério que Richard esconde.

O interessante ao ler estes livros de época é perceber como a sociedade era tão diferente do que é hoje. Por causa de um beijo antes do casamento a honra da mulher ficava comprometida, além da mulher ter que ser totalmente obediente ao homem. Richard colocou Iris numa situação que ela tinha que obedecer ao marido mesmo que fosse um absurdo o que ele pedia. Recomendo esta série a todos que queiram ler um romance de época com um final feliz bem açucarado.

É com um aperto no coração que eu me despeço desta série, foi o meu primeiro contato com a escrita da Julia Quinn e simplesmente adorei, quero ler num futuro próximo o tão bem falado Os Bridgertons.

Início da leitura: 10/06/2018

Término da leitura: 17/06/2018

Por Vanessa R. C. Spanghero

Resenha do Livro – A Soma de Todos os Beijos – Quarteto Smythe-Smith – 3 de Julia Quinn

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A Soma de Todos Os Beijos

Quarteto Smythe-Smith – 3

Lorde Hugh Prentice possui uma excelente memória, um talento raro que ele usa nos jogos de cartas. Hugh consegue memorizar todas as cartas do baralho e com esta habilidade ele se tornou um lendário jogador que até então ninguém conseguia vencê-lo, mas numa noite da primavera de 1.821 num jogo de cartas com os seus amigos que estavam bêbados inclusive Hugh que havia bebido muito a ponto de perder o autocontrole o que era algo incomum de acontecer com ele, perdeu o jogo para Daniel Smythe-Smith. Furioso e bêbado Hugh o chamou de trapaceiro e o desafiou para um duelo.

No duelo que aconteceu ao amanhecer, ambos se feriram embora esta não fosse a real intenção de Daniel que levou um tiro no ombro e Hugh que levou um tiro na perna que o deixou coxo.

O marquês Ramsgate, pai de Hugh e Freddie é um homem egoísta e malvado que só pensa em ter um herdeiro para perpetuar o título nobre e pouco se importa com os filhos. Freddie irmão mais velho de Hugh ainda era solteiro e se o marquês Ramsgate pudesse escolher seu herdeiro sua opção seria Hugh, mas não por ter muita afeição por Hugh, mas sim pelo desgosto que tinha por Freddie.

Hugh sempre fora uma alma solitária e Sarah Pleinsworth era uma daquelas mulheres dramáticas dadas a exageros e declarações grandiosas e num baile onde se encontraram pela primeira vez Sarah deixou bem claro para Hugh que ele quase destruiu sua família naquele duelo e que ela jamais o perdoaria.

Tempos depois no casamento de Honória com lorde Chatteris, Hugh a pedido dela foi convidado a se sentar-se à mesa principal do casamento e ela deu a missão a Sarah de fazer companhia a ele para que não se sentisse deslocado. Mas o que Honória não sabia é que ambos não se gostavam nenhum pouco. Tanto Sarah quanto Hugh fizeram o esforço de aceitar o pedido de Honória. Hugh porque ela era irmã de Daniel e ele se sentia em dívida com ele e Sarah porque Honória era a prima e a amiga que mais amava.

Além do casamento de Honória e lorde Chatteris haveria também o de Daniel Smythe-Smith e Anne Wynter semanas depois o que fez com que Sarah e Hugh passassem mais tempos um na companhia do outro e fazer surgir uma paixão entre eles.

Hugh para conseguir fazer com que Daniel pudesse voltar para casa fez um acordo com o seu pai para que parasse de persseguí-lo. Acontece que se caso ele se casasse com Sarah e tivesse os herdeiros que o marquês Ramsgate tanto queria, este acordo não teria mais sentido, colocando novamente a vida de Daniel em risco. E é então como todos os livros do Quarteto Smythe-Smith que o casal tem que lutar para conseguir ficar juntos, pois sempre aparece um empecilho na felicidade do casal na história.

Mais uma agradável leitura, com personagens bem construídos pela Julia Quinn.

Início da leitura: 28/05/2018

Término da leitura: 06/06/2018

 Por Vanessa R. C. Spanghero

Resenha do Livro – Uma Noite Como Esta – Quarteto Smythe-Smith – 2 de Julia Quinn

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Uma Noite Como Esta

Quarteto Smythe-Smith – 2

Daniel que fugiu para Itália por causa de uma briga, depois de três anos finalmente pôde voltar para casa e ele voltou no mesmo dia que acontecia a apresentação do quarteto Smythe-Smith.

Lady Sarah havia ficado muito doente no dia do concerto e para não cancelar a apresentação ela foi substituída de última hora pela governanta das três irmãs mais novas, Anne Wynter.

Daniel se apaixona por Anne, a misteriosa mulher que ele vê no concerto anual na casa de sua família e faz de tudo para conhecê-la melhor e se aproximar dela nem que para isso ele tenha que passar os dias na companhia das primas.

Apesar de Anne Wynter se sentir verdadeiramente tentada por Daniel depois de anos se esquivando de avanços masculinos indesejados, ela é apenas uma governanta que não tem o direito de flertar com um nobre e muito mais que isso, Anne Wynter pode não ser quem diz que é. Ela esconde um passado e foi obrigada a fugir dele, mesmo assim corre perigo. Mas Daniel faz de tudo para ter um final feliz com Anne.

Este livro não perdeu em nada para o primeiro, é romântico e engraçado. Um romance que aquece o coração, ansiosa para ler o próximo livro da série Quarteto Smythe-Smith.

Escrito em 28/05/2018

Por Vanessa R. C. Spanghero

Resenha do Livro – Simplesmente o Paraíso – Quarteto Smythe-Smith – 1 de Julia Quinn

Resenha Descritiva 

Simplesmente o Paraíso

Quarteto Smythe-Smith – 1

 Marcus Holroyd herdeiro do condado de Chatteris estava sempre sozinho. A mãe, condessa de Chatteris morrera quando ele tinha quatro anos, mas mesmo quando era viva criava o filho à distância. Ela colocara o filho aos cuidados da ama Pimm e fora desfrutar a vida social de Londres.

O pai, lorde Chatteris ao contrário da esposa, gostava mais da vida no campo e também criara o filho de uma forma distante e fria. O conde não desejava se casar de novo e ter mais filhos.

Marcus teve os melhores instrutores e uma educação de cavalheiro. Aos doze anos o pai resolveu colocá-lo para estudar na Etan College e este foi um momento feliz na vida dele, pois ele não tinha nenhum amigo e lá ele poderia fazer amizades.

Marcus se sentia deslocado na escola ao contrário de Daniel Smythe-Smith que era o oposto dele. Daniel é um líder nato, sem timidez e autoconfiante, dormia na cama ao lado de Marcus na Etan College e acabaram tornando-se grandes amigos.

Marcus de tanto frequentar a casa de Daniel mais do que a própria família, acabou se tornando parte da família Smythe-Smith até 1982, quando Daniel arruinou tudo.

Daniel herdeiro do condado de Winstead teve que fugir para a Itália, no último minuto antes de partir pediu para Marcus seu melhor amigo que olhasse por Honória, a irmã mais nova, para que ela não se casasse com um imbecil. É claro que Marcus concordou, mas ele nunca contou a ela sobre esta promessa. Marcus havia espantado quatro pretendentes, ele passava bastante tempo se metendo discretamente na vida dela.

Honória que faz parte do quarteto desafinado Smythe-Smiths uma tradição de família que existe há décadas para as jovens solteiras da família, está desesperada para se casar e ter uma família grande e barulhenta como foi a sua. Acontece que com Marcus vigiando seus pretendentes vai ser difícil, nenhum parece ser ideal para ela.

Marcus e Honória se conhecem desde criança, um conhece o outro melhor do que ninguém, desta amizade surge o amor, e então os dois percebem que o par ideal estava mais próximo do que imaginavam.

Este é o meu primeiro livro da Julia Quinn e adorei a escrita dela, leve e divertida. E é também meu primeiro romance de época. Faz um bom tempo que eu não lia um livro de romance, então embora a história seja simples e eu já tenha lido livros com histórias mais arrebatadoras, a leitura deste me agradou mesmo assim.

 Data da resenha 12/05/2018

Vanessa R. C. Spanghero

Resenha do Livro – O Vampiro Lestat de Anne Rice

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 O Vampiro Lestat Volume 2 – As Crônicas Vampirescas

Em Entrevista Com o Vampiro, Louis conta como era a sua vida mortal e depois de ser transformado em vampiro pelo impetuoso Lestat, mas Louis nada sabia sobre a história deste vampiro que o transformou em imortal. Mas agora em O Vampiro Lestat segundo volume da série As Crônicas Vampirescas da escritora Anne Rice, conhecemos sobre a história de sua vida escrita pelo o próprio Lestat em uma autobiografia.

Desde 1.929 Lestat parou de beber sangue e ficou deitado na terra. Duas coisas o fizeram despertar em 1.984. E ao despertar ele se depara com uma nova sociedade que o fascina.

“As pessoas eram, de novo, aventurosas e sensuais da maneira como haviam sido nos velhos tempos, antes das grandes revoluções da classe média no final do século XVIII. Elas até se pareciam como naqueles tempos.”

Ele entra para uma banda de rock que passa a se chamar “O Vampiro Lestat” cujos integrantes são mortais e é através deles que Lestat descobre que o seu nome já é bem conhecido por causa do livro “Entrevista Com o Vampiro”.

Lestat já não se importava mais com as velhas regras, queria romper cada uma delas. Desejava que a banda e o seu livro atraíssem não apenas Louis, mas também todos os outros “demônios”. Ele queria também que os mortais soubessem dos vampiros, mesmo se não acreditassem.

Em sua autobiografia Lestat de Lioncourt conta que nasceu na França em um antigo castelo, seu pai era o marquês e ele era o mais novo dos três filhos, ele não se dava bem com eles, apenas com sua mãe Gabrielle. De temperamento irrequieto, rebelde, inconformado e sonhador Lestat desejava explorar a vida longe daquele lugar.

Lestat foge para Paris com o amigo Nicolas de Lenfent e os dois trabalham em um teatro, Lestat como ator e Nicolas como violinista. E é então que numa noite, Lestat é transformado em vampiro pelo intrigante Magnus que logo em seguida comete “suicídio”. Sim, é isso mesmo que você leu. Apesar dos vampiros serem imortais, algumas coisas podem destruí-los. E Magnus se autodestruiu sem dar muitas explicações para Lestat, apenas dizendo o necessário para a sobrevivência dele.

E por toda sua história até 1.984 que é quando desperta, Lestat transforma algumas pessoas muito próximas a ele em vampiros e novos vampiros aparecem também, como o sedutor Armand, o interessante Marius e vários outros. Mas é Marius que revela o segredo dos Que Devem Ser Conservados.

Anne Rice escreve com muito requinte os seus personagens vampirescos e com êxito as descrições dos lugares e países. Assim como em Entrevista Com o Vampiro, o livro é muito mais rico e profundo do que posso descrever aqui. Faz questionar, pensar e filosofar assim como os personagens. Mostra como a imortalidade pode ser solitária e confusa, que alguns vampiros não conseguem entender o século que está vivendo, pois é difícil acompanhar tantas mudanças na sociedade.

Transformar Lestat em um astro de Rock é captar realmente a essência de Lestat e saber dar continuidade a este personagem, pois ele sempre gostou de música e arte e combina com a sua rebeldia e ambição. Conhecíamos Lestat só na superfície que ainda era mostrada pela visão de Louis em Entrevista Com o Vampiro, mas em O Vampiro Lestat conhecemos suas razões de ser quem é. Ele age por impulso porque ele tem este lado destemido e irrequieto, e por mais que você não concorde você acaba compreendendo suas razões. Lestat com a sua autobiografia, músicas e vídeos clipes de Rock revelando os segredos dos vampiros irá causar muita confusão.

Por Vanessa R. C. Spanghero

Resenha do Livro – Entrevista com O Vampiro de Anne Rice

Resenha Descritiva

 Entrevista Com o Vampiro Volume 1 – As Crônicas Vampirescas

Antes de falar sobre o livro, tenho que dizer que já conhecia a história através do filme Entrevista Com o Vampiro de 1994 e que assisti quando era criança. Eu recomendo este filme a todos, ele capta bem a essência do livro, e os atores Tom Cruise, Brad Pitt e Kirsten Dunst atuam maravilhosamente em seus papéis. Só muitos anos depois que eu fui ler o livro e mesmo assim o encanto foi o mesmo. Claro que o livro é mais rico em detalhes e tem algumas diferenças entre o filme e o livro, mas vale muito a pena assistí-lo.

Quando se fala em livros sobre vampiros, Drácula de Bram Stoker e Entrevista Com o Vampiro são meus preferidos.

Uma das coisas que eu acho genial e criativo deste livro é o fato da história dele ser contado através da entrevista que Louis dá a um rapaz, por este motivo o nome do livro ser Entrevista Com o Vampiro. Louis quer contar a sua história desde 1791, quando foi transformado. É interessante as reações do rapaz que o entrevista (medo, aflição, curiosidade) e os diálogos entre eles conforme o misterioso vampiro vai contando a sua história.

Louis morava em Louisiana, com sua mãe, irmã e irmão, seu pai já era falecido, tornando-se o chefe da casa. Sua família é de origem francesa, tinha recebido terras do governo para iniciar plantações de índigo no Mississipi, muito próximo de Nova Orleans.

O único interesse do seu irmão era as orações, ele era extremamente religioso e passou a ter visões, mas uma tragédia acontece com ele e acaba falecendo, e a morte dele causa um impacto muito grande em Louis que se sente culpado por sua morte. Por isso Louis se torna uma pessoa autodestrutiva, sentindo uma imensa dor e não desejando mais viver a vida, e então a “morte” o encontra, o vampiro Lestat.

Como se estivesse enfeitiçado e encantado por Lestat, ele acaba entregando a sua vida e é transformado em vampiro. Louis descreve a transformação com detalhes, a vida deixando o corpo dando lugar à imortalidade.

Lestat na verdade transformara Louis em vampiro porque queria a fazenda Pointe du Lac e pelas habilidades que Louis tinha em administrar negôcios.

Aos poucos a personalidade insensível, audaciosa, irrequieta e desprovida da consciência humana entra em choque com os tormentos de Louis, que é sensível, cheio de dúvidas querendo respostas sobre o bem e o mal, atormentado pelo fato de ter que matar, pois ainda carrega fortemente sua consciência humana e que mesmo com a imortalidade ainda carrega a dor da sua vida que ficou para trás. A culpa e a dor sempre o acompanham.

O livro é muito mais profundo e rico do que posso descrever aqui, constantemente há o questionamento de Louis sobre o bem e o mal, a vida e a morte. E se nós mortais desejamos a imortalidade, ele nos mostra as consequências disso, o que é viver por séculos. Ver familiares morrer, ter que acompanhar as mudanças no mundo, que pode ser dolorosa e  solitária.

Lestat não dá as respostas que Louis busca, na verdade é até uma forma de Lestat manter Louis por perto, preso a ele. Mas quando Lestat sente que Louis pode abandoná-lo, ele traz Cláudia para a vida deles, uma criança de apenas cinco anos que Louis encontra chorando em sua pobre casa nos becos fétidos e sujos da cidade. Com Cláudia transformada, os três juntos passam a viver como uma família. Mas é Louis que tem uma ligação maior com Claudia, um misto de amor e de culpa por ela ter sido transformada em vampiro.

Surpreendente a personagem que Anne Rice criou, uma criança vampira de cinco anos, mas que ao passar dos anos desenvolve a mentalidade de uma mulher adulta presa no corpo de uma criança.

Até determinado momento o livro é sobre os três convivendo juntos, e com o ódio de Cláudia crescendo por Lestat conforme a sua raiva de estar presa no corpo de uma criança também cresce, e então ela decide se livrar de Lestat.

Louis e Cláudia vão em busca das respostas que tanto os atormentam, vão a outros países em busca de vampiros para buscar respostas e nisso encontram o vampiro Armand que se atrai pela a humanidade que ainda reside em Louis. E não poderei falar mais do que isso, pois muitas coisas acontecem e para saber só lendo o livro, mas posso te adiantar que a dor de Louis só aumenta.

Por Vanessa R. C. Spanghero

Resenha do Livro – Corte de Asas e Ruínas – Livro 3

Corte de Asas e Ruína

Sarah J. Maas

Tamlin recupera Feyre para de volta a Corte Primaveril e por isso ela deseja se vingar dele. Por dentro ela sente ódio, mas disfarça para poder usar esta oportunidade para se infiltrar e saber sobre as ações do Rei de Hybern e passar as informações para Rhysand e seus amigos.

Quando Feyre consegue obter informações importantes sobre a guerra ela foge, mas antes Feyre faz um jogo de manipulação na corte de Tamlin que fica contra ele. Lucien vai junto com ela para Velaris por causa de Elain, os dois tem o laço da parceria, mas Elain irmã de Feyre não é mais a mesma pessoa de antes. Elain e Nestha foram capturadas pelo o rei de Hybern e transformadas em feéricas. Elain ficou em choque e Nestha com muito ódio.

Neste terceiro livro a guerra acontece e é quando conhecemos melhor os Grão-Feéricos de todas as cortes, seus poderes mágicos, a personalidade de cada um e quem está a favor ou contra os humanos e quem irá apoiar Rhysand e Feyre nesta guerra.

O exercito de Hybern é poderoso e grande, e Feyre para ter mais chances de ganhar esta batalha faz acordos com criaturas muito perigosas.

Temos ação, aventura, romance, personagens que achávamos que estavam do lado do mau, mas que surpreende. Ao decorrer da estória novos personagens aparecem com toda a sua magia. E o final é cheio de emoção!

Este livro é muito rico em todas as suas vertentes, tanto nos personagens, lugares descritos, intrigas, romances e por isso fica difícil passar em palavras o quão mágico ele é e encantador. A escritora criou um mundo mágico de fantasia onde o leitor fica com vontade de viver nele.

Por Vanessa R. C. Spanghero

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Resenha do Livro – Corte de Névoa e Fúria – Livro 2

Corte de Névoa e Fúria

Sarah J. Maas

Neste segundo livro da trilogia temos uma reviravolta na estória. No primeiro livro Feyre liberta Tamlin, seu povo e toda Prythian, mas ela se sente destruída por dentro. A última tarefa dada a Feyre por Amarantha ainda a atormentava mesmo depois de três meses.

Feyre ao ser curada pelos Grão-Senhores das Cortes acabou herdando os poderes de cada um e se caso eles descobrissem isso Feyre se tornaria uma ameaça para eles. Então Tamlin estava sempre preocupado em protegê-la, acontece que ela não queria este excesso de proteção. Feyre se sentia sufocada como se estivesse numa prisão, Tamlin não a deixava fazer nada que ela quisesse.

Tamlin pediu Feyre em casamento e para ajudar nas festividades ele chamou uma amiga de infância e Grã-Sacerdotisa chamada Ianthe.

No dia do casamento, prestes a se casar com Tamlin um pânico tomou conta de Feyre que a paralisou de medo. Rhysand bem neste momento apareceu para cobrar o acordo que fizera com ela que seria passar uma semana de cada mês com ele na sua Corte. Feyre vai com ele para a Corte Noturna e o casamento não aconteceu.

Rhysand é o Grão-Feérico mais poderoso e visto como todos de Prythian como o mais cruel. Quando Feyre é levada para a Corte dele ela esperava o pior, mas Feyre surpreende-se.

Rhysand é o oposto de Tamlin, ele dá liberdade para Feyre, além de querer que ela treine seus poderes, pois, uma guerra está próxima a acontecer e ele quer a sua ajuda.

Da última vez que Feyre voltou para a Corte Primaveril Tamlin a aprisionou novamente, pois as fronteiras estavam sendo invadidas e ele não queria que ela fosse atrás dele. Feyre entra em pânico por se sentir presa novamente e é resgatada pela Corte de Rhysand e desde então ela fica sem voltar para a Corte Primaveril por muito tempo.

Feyre passa a conhecer mais Rhysand, o verdadeiro Rhysand por trás da máscara de cruel. Cada vez mais eles se tornam próximos. Rhysand revela segredos a ela, como Velaris, a cidade intocada, onde todos vivem em paz e harmonia. E conhece as pessoas que Rhysand considera como sua família que são Amren, Azriel, Cassian e Morrigan. Todos passaram por sacrifícios e tormentos pela vida assim como ela. E eles também se tornam sua família.

A cada dia que passa Feyre se torna mais próximo de Rhysand, um entende e ajuda o outro. Feyre se apaixona por Rhysand e ele faz uma importante revelação para ela que os une ainda mais.

O rei de Hybern pretende invadir as Terras Mortais, onde estão o pai e as irmãs de Feyre, usando o Caldeirão para conseguir isso e ela é a única que pode impedir que isso aconteça com a ajuda de Rhysand e seus amigos. Mas algo de errado acontece e tudo dá errado.

A autora fez uma reviravolta na estória de uma maneira incrível. Ainda continua tendo muita ação, aventura, magia, criaturas e o romance desta vez é entre Rhysand e Feyre, mas confesso que não consigo odiar o Tamlim e estou muita curiosa com que rumo vai tomar a estória e seu desfecho. Será que vai ter outra reviravolta?

Eu me tornei fã de Sarah J. Maas ela é uma escritora que me surpreendeu. Só tenho a dizer que recomendo muito estes livros ele é muito mais rico e cheio de detalhes do que posso descrever aqui. Por favor, você que gosta de livro de fantasia e romance, leiam!

  Por Vanessa R. C. Spanghero

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Resenha do Livro – Corte de Espinhos e Rosas – Livro 1

Corte de Espinhos e Rosas

Sarah J. Maas

Feyre estava na floresta em pleno o inverno enquanto caia neve a procura de uma caça para poder alimentar sua família que passava fome. Não poderia voltar para casa de mãos abanando. Ela é uma caçadora há anos como meio de sobrevivência à extrema pobreza. A fome a levara para mais longe de casa do que usualmente ia, o inverno era uma época muito difícil para caçar animais. Mas Feyre avista uma caça e logo em seguida um imenso lobo, ela fica na dúvida se realmente é um animal ou um feérico. Feyre mata o lobo com sua flecha especial, armada com ponta de ferro e entalhada de freixo que dizem servir matar feéricos. Se não matasse o lobo, ele comeria sua caça.

Feyre volta para sua aldeia com a pele do lobo que retirara para vender na feira e a carne do outro animal para alimentar sua família por mais alguns dias.

O pai de Feyre perdeu todo o dinheiro que tinha e suas irmãs Nestha e Elain nada faziam para ajuda-la. Nestha principalmente chegava a ser cruel com a irmã e o pai.

No passado por muito tempo os humanos foram escravizados pelos feéricos até que houve uma batalha na qual resultou num tratado dividindo a terra por uma muralha mágica entre as Terras dos Mortais e as Terras dos Feéricos, chamada Prythian.

Prythian é dividido por cortes e além dela existe uma ilha chamada Hybern governada também por um feérico.

Uma criatura bestial invade o chalé onde Feyre mora com sua família a procura da pessoa que matara o lobo. A criatura com feição lupina dá duas opções para Feyre, morrer ou ir viver para sempre em Prythian. Feyre decide ir embora com a criatura.

Ao chegar à mansão da Corte Primaveril onde será sua prisão, a criatura se transforma em um jovem feérico de cabelos dourados, olhos verdes, forte e com uma misteriosa máscara no rosto, Tamlin. Além dele, mora na mansão Lucien seu amigo e também emissário da corte. Todos da Corte Primaveril usam máscaras por causa de uma maldição lançada, ninguém pode removê-la do rosto enquanto não for quebrada a maldição. E o tempo para Tamlin e toda a sua corte está esgotando.

Feyre que cresceu odiando os feéricos se apaixona por Tamlin e ele por ela, também acaba conhecendo cada vez mais este lugar mágico com criaturas perigosas invadindo este lugar e descobrindo que Tamlin é um poderoso Grão-Senhor. Feyre nem imaginava que ela era a única que podia quebrar a maldição. Mas ela terá que lutar para resgatar Tamlin e toda a corte Primaveril das mãos de Amarantha a cruel feérica que lançou o feitiço.

Se você gosta de ação, magia, criaturas diferentes e romance, este livro é para você. Eu me surpreendi com ele, fiquei simplesmente apaixonada. Sarah J. Maas criou um mundo totalmente diferente. Este livro me fez lembrar A Bela e a Fera e o lance da muralha de Game Of Thrones. É tudo muito bem descrito, elaborado e prende a atenção.

Início da leitura: 17/06/2018

Término da leitura: 28/06/2018

Por Vanessa R. C. Spanghero

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